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Segurança

Advogado paranaense é capturado na Bahia por fraudes imobiliárias

João Geraldo Nascimento, natural do Paraná, foi detido em Camaçari durante operação que investigava esquema de estelionato imobiliário. O grupo criminoso atuava na falsificação de documentos para fraudar negociações de imóveis.

Redação Conexão Oeste
Advogado paranaense é capturado na Bahia por fraudes imobiliárias

Operação prende advogado suspeito de integrar rede de fraudes fundiárias

Um advogado nascido no Paraná foi preso nesta terça-feira (4) na cidade de Camaçari, região metropolitana de Salvador, acusado de fazer parte de uma organização criminosa especializada em fraudes imobiliárias. João Geraldo Nascimento foi localizado durante a operação "Terno Manchado", deflagrada para executar mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça estadual paranaense.

Conforme relato da Polícia Civil baiana, a quadrilha teve origem em outro estado, mas o investigado expandiu suas atividades criminosas para a Bahia, onde praticava diversos crimes contra o patrimônio. A defesa do suspeito ainda não se manifestou sobre as acusações.

Comercialização fraudulenta de terras do INCRA

As investigações conduzidas pela Coordenação de Conflitos Fundiários identificaram que o advogado tentava realizar a venda fraudulenta de um terreno localizado no Projeto de Assentamento Açu da Capivara, área sob administração do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária na região de Camaçari.

De acordo com as apurações policiais, a organização atua de forma sistemática na aplicação de golpes, utilizando documentação falsificada para dar aspecto de legitimidade a negociações ilícitas envolvendo propriedades e imóveis. O esquema havia se consolidado através de uma estrutura dedicada exclusivamente a esse tipo de delito.

Primeira fase da investigação

A ação realizada nesta semana representa o primeiro estágio da investigação conduzida pelas autoridades baianas. O objetivo é cumprir os mandados judiciais já expedidos e levantar provas suficientes para responsabilizar demais membros da organização. Novas fases da operação devem ser deflagradas conforme avançam os trabalhos investigativos.

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Com informações de G1 Paraná

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